Cássio VillerOrçamento · gestão de obra · sistemas para construtorasSão José dos Campos/SP
Engenharia Civil · 7º semestreDisponível · presencial ou remoto
Cargo-alvo: Analista de orçamento, planejamento e custos · CLT ou PJ · São José dos Campos, presencial ou remoto
Cássio Viller
Orcei diversas obras, e uma proposta de 328 m² ficou pronta em 36 minutos.
Trabalho desde 2017 no escritório de contabilidade da família, com folha, notas e balancete. Quando fui para a obra, vi a mesma informação ser digitada cinco vezes. Por isso criei sistemas em que ela é digitada uma vez só e cada número mostra de onde veio.
Folha 01/08Orçamento por leitura de projeto · caso principalSet/2026
Fiz a proposta de 328 m² em 36 minutos, do zip ao PDF.
Recebo o pacote do projeto e entrego o levantamento medido no desenho, o orçamento com faixa de variação e a proposta no modelo da empresa. Abaixo está um orçamento real, com o relógio do computador aparecendo na tela.
11:3536 min medidos12:11
O problema
Era uma proposta de mão de obra em Light Steel Frame para a ampliação de uma unidade de saúde, com 26 ambientes e 328 m². Feita à mão, abrindo as pranchas, medindo, transcrevendo e montando o PDF, leva cerca de 1 dia útil (estimativa), e no fim ninguém consegue explicar de onde saiu cada número.
O que fiz
Escrevi um método que lista o que veio no pacote, aponta o que falta, confere a escala pelas cotas, mede as paredes no desenho e calcula na mesma planilha que o diretor usa.
Resultado
A proposta de mão de obra em LSF ficou pronta para assinar em 36 minutos. O total bateu ao centavo com a planilha padrão da empresa, e cada número saiu com a origem e o grau de confiança. Os cortes, que não vieram no pacote, entraram como pendência. Se o cliente mudar o pé-direito, basta rodar de novo para a proposta sair revisada.
11:35Pacote enviado: um zip com 8 arquivos, entre eles 3 pranchas de arquitetura, 3 de estrutura e a proposta de material da loja.
11:53Passo 3 de 7: as nove perguntas de escopo já foram respondidas, e as paredes a construir estão sendo extraídas direto do vetor da planta.
12:11As três entregas estão na tela: a proposta comercial em PDF, o registro de engenharia e o motor de cálculo. O total bate ao centavo com a planilha padrão.
12:13A proposta aberta para revisão, com o quadro de áreas, os parâmetros e a planta do cliente. O que ainda depende dele aparece em laranja.
Tempo até a proposta
Rotina manual: abrir pranchas, medir, transcrever e montar o PDF
~1 dia útil*
Com este método
36 min
* Estimativa para uma proposta desse porte (26 ambientes, 328 m²) feita à mão na planilha padrão. Os 36 minutos foram medidos no relógio, das 11h35 às 12h11.
11:35As paredes em vermelho são medidas direto no desenho do cliente.
Maquete · as paredes da proposta sobem da planta enquanto o relógio anda de 11:35 a 12:11Ver as três entregas e as seis regras do método
Para o clienteProposta comercial
PDF no modelo da empresa, com serviço, quantidade, preço, o que está incluso e o que fica por conta do cliente. Não mostra custo nem margem, e as pendências aparecem destacadas em cor.
Para a empresaRegistro de engenharia
Registra de onde veio cada número e com que confiança, a faixa de variação, o custo, a margem e cada decisão numerada, com quanto custa se ela estiver errada.
Para a próxima rodadaMotor de cálculo
Se o cliente mudar o pé-direito ou tirar a casa de máquinas, é só rodar de novo. A proposta sai revisada e continua mostrando a origem de cada número.
Por que dá para confiar num orçamento de 36 minutos
As seis regras que escrevi para o método
01Todo número tem origem.
Cada número é marcado como medido no desenho, calculado a partir de outro, estimado por índice ou informado por alguém, e leva um grau de confiança.
02O total vale a pior confiança das parcelas.
Se uma parcela é medida e a outra é estimada, o total é tratado como estimado.
03Número de baixa confiança sai com faixa.
O método mostra o mínimo e o máximo, recalculando com o extremo de cada premissa.
04Dado que falta fica marcado como faltando.
Ele não é preenchido com zero, e o total que depende dele aparece como pendência.
05Medir antes de concluir e antes de corrigir.
Se a conferência mostrar que a correção não muda o resultado, o registro diz isso.
06Decisão que muda gasto, venda ou promessa da empresa volta para uma pessoa.
O método apresenta o valor das duas alternativas e uma recomendação, e a decisão fica com quem assina.
O caso. Ampliação de uma unidade de saúde no litoral paulista, com um bloco novo de 26 ambientes e 328 m² de projeção, para a qual fiz a proposta de mão de obra em Light Steel Frame. O método listou o que veio no pacote, apontou o que faltava (os cortes, que definem o pé-direito), conferiu a escala pelas cotas, extraiu as paredes do vetor e calculou na planilha padrão da empresa, a mesma que o diretor usa.
Para cada número, o método registra de onde ele veio e com que confiança.
Orcei diversas obras: propostas de R$ 29 mil a 24,5 milhões.
Na VEKS, criei um sistema que recebe o material que o cliente tem, mede a obra no próprio desenho, orça, programa o prazo e gera a proposta. Orcei diversas obras com ele.
R$ 29 mildiversas obras · até 0,25% do SINAPIR$ 24,5 mi
O problema
O cliente chega com o que tem, que pode ser uma prancha em PDF, um modelo 3D de outro escritório ou um croqui fotografado pelo WhatsApp. O orçamentista passa dias medindo e digitando, e um item esquecido só aparece quando a obra já está dando prejuízo.
O que fiz
Criei o sistema que lê o desenho, mede, orça, programa o prazo e gera a proposta. Usei assistentes de IA para escrever o código; as regras de engenharia e de negócio, os testes e a revisão são meus. Depois orcei as obras com ele.
Resultado
Orcei diversas obras no sistema, com propostas de R$ 29 mil a R$ 24,5 milhões. Comparei as composições do sistema com as do SINAPI em 19 serviços, um a um, e a maior diferença foi de 0,25%. A mesma obra pode sair em três tamanhos de proposta, sempre com os mesmos números.
R$ 24,5 mié a maior proposta feita no sistema; a menor foi de R$ 29 mil
0,25%a maior diferença entre as composições do sistema e as do SINAPI publicadas pela Caixa, nos 19 serviços comparados
71 → 0menções a informação que só a empresa deveria ver numa proposta de cliente, depois da verificação automática
11 sem.de 9/jul a 21/set/2026, do primeiro registro à obra mais recente no sistema
Rede de restaurantes de rodovia · o pacote veio sem nenhuma quantidade, e o prédio foi medido no próprio arquivo do cliente (na imagem, a cobertura em corte)Ponto de venda em planta curva, a primeira obra sem nenhuma parede retaCronograma: cada etapa com horas previstas e a marcação de quais atrasam a obra inteiraO portal do cliente deste sistema, em obra de demonstração: avanço por etapa, sem custo nem fornecedor
Do desenho ao preço, tela a tela
São oito telas do sistema, na ordem em que o orçamento acontece. Usei uma casa de demonstração de 8 × 6 m, fotografada num tour automático de 26/08/2026, porque os custos das obras reais são sigilosos.
1 · O desenho vira planta medidaCada parede tem início, fim e perfil. A planta pode ser desenhada na tela ou importada do DXF do arquiteto, e a escala é sempre medida no próprio desenho.2 · Da planta sai a estrutura, peça por peçaSão 541 kg de aço líquido, 606 kg comprados e 118 peças. O peso é a soma das peças, em vez de uma taxa por m². A tela avisa que isso é um pré-dimensionamento para orçamento e não substitui o projeto executivo.3 · Cada quantidade mostra de onde veioA quantidade marcada como "paramétrico" foi calculada pelo sistema a partir da planta, e a marcada como "manual" foi lançada por alguém. Item sem quantidade fica em branco, em vez de entrar como zero.4 · O orçamento, com a fonte ao ladoMostra o custo direto, o BDI e o preço de venda, com faixa de ±15% porque a confiança é "paramétrico". Cada linha traz a etiqueta de origem do preço, e a proposta só sai quando todos os itens têm preço.5 · O preço, escolhido e registradoA margem linha a linha e o BDI do TCU aparecem lado a lado, com a diferença entre os dois. Material e mão de obra têm imposto e lucro separados. O preço é calculado dividindo o custo, porque multiplicar por 1,38 deixaria 19,5% de margem, em vez dos 30% pretendidos.6 · O prazo pela sequência e pela equipeSão 29 dias corridos. As etapas que atrasam a obra inteira aparecem marcadas como críticas, e a curva S do desembolso fecha com o custo direto do orçamento. O cronograma pode ser exportado em MSPDI, o formato do MS Project e do ProjectLibre.7 · A parede vira painel para a fábricaCada parede é dividida em painéis transportáveis, com identificação e peso, e o romaneio sai em CSV para a linha de produção. A lista de peças das casas modulares vem desta tela.8 · A proposta, num link que o cliente abre sem senhaO conteúdo é congelado na publicação e o link pode ser revogado. As condições abertas ficam em destaque, e a verificação automática barra o que é interno da empresa.
Depois da proposta: compras e custo da obra
É a mesma casa de demonstração, agora na fase de obra.
9 · Comparação de cotaçõesO sistema avisa quando um fornecedor cotou só parte dos itens e o deixa fora da comparação do total. O menor preço de cada item aparece como argumento para negociar, sem virar pedido de compra.10 · Orçado × comprometido × realizadoO custo direto do orçamento vira a linha de base da obra. Cada compra recebida baixa o saldo da macroetapa certa, e a medição sai do diário validado.
Três obras reais orçadas no sistema
01
Redesenhei a casa para caber no teto de R$ 500 mil
+
Resultado. A casa fechou em R$ 452.865 e 54 dias de obra, R$ 47 mil abaixo do teto.
Desafio. A casa chegou como um croqui à mão, fotografado pelo WhatsApp. O primeiro orçamento deu R$ 1,18 milhão, e o cliente tinha um teto de R$ 500 mil.
O que fiz. Mostrei com o sistema que trocar os materiais por opções mais baratas reduzia só 15%, o que era pouco. Então redesenhei a casa para caber no teto, com 93,5 m² fechados, e recalculei tudo pelas mesmas regras. Também dei preço a cada acréscimo que o cliente poderia querer de volta (varanda, garagem, pé-direito maior), para ele escolher sabendo o valor.
R$ 24,5 milhões medidos no desenho, sem quantidades do cliente
+
Resultado. Uma proposta de obra completa de R$ 24,5 milhões. Quando a direção mudou o papel da empresa, de construtora para subempreiteira, gerei uma segunda revisão, de R$ 9,6 milhões, e mantive a primeira intacta para comparação.
Desafio. A obra tinha restaurante, plataforma de ônibus e posto de estrada, para uma rede de rodovia. O cliente entregou um desenho de 756 MB e documentos de referência, sem nenhuma quantidade e sem nenhum preço. O documento mais completo do pacote era a proposta de um concorrente.
O que fiz. Medi com o sistema, no próprio desenho, as paredes e as coberturas da obra inteira. O posto não vinha desenhado, então montei o projeto dele a partir da implantação do memorial e o orcei do mesmo jeito, marcado como estimativa. No fim saíram o orçamento, o prazo e três propostas de tamanhos diferentes.
03
71 → 0 menções internas numa proposta de R$ 964.917
+
Resultado. Uma proposta de R$ 964.917 em três versões, de 4, 11 e 18 páginas, geradas do mesmo dado. A verificação automática levou de 71 para 0 as menções a informação que só a empresa deveria ver.
Desafio. Eram os fechamentos internos de cinco prédios de um centro logístico, e o documento de contratação tinha muitas regras sobre o que devia estar dentro do preço por metro quadrado.
O que fiz. Li com o sistema as regras do documento do cliente, guardando a frase exata de cada uma, e pus dentro do preço o que ele mandava incluir. Por decisão da direção, trouxe também os 12 itens que o documento deixava por conta do cliente, cada um medido. A proposta passou por cinco revisões (uma página por prédio, retirada de dado sensível, vistas 3D, versão compacta e versão curta), e o preço só mudou quando houve uma decisão para isso.
Ver como o sistema chega ao preço de 1 m² de parede de drywall
Um exemplo do começo ao fim: 1 m² de parede de drywall
Os números abaixo foram calculados pelo sistema, sem digitação. O serviço vem da tabela oficial da Caixa, com preços de junho de 2026 em São Paulo.
Material, por m²
Placa de gesso, nas duas faces
2,11 m²
R$ 43,55
Montante (perfil vertical de aço)
2,91 m
R$ 19,20
Guia (perfil no piso e no teto)
0,91 m
R$ 5,30
Fita e massa para as juntas
3,30 m · 1,10 kg
R$ 7,00
Parafusos e pinos de fixação
20,7 + 3,0 un
R$ 3,53
Subtotal de material
R$ 78,58
Mão de obra, por m²
Montador
0,595 h × R$ 35,62
R$ 21,20
Ajudante
0,195 h × R$ 32,19
R$ 6,28
Subtotal de mão de obra
R$ 27,47
Conferência
O custo calculado é de R$ 106,05 por m². Na tabela publicada pela Caixa, a mesma parede vale R$ 106,00, uma diferença de cinco centavos. O sistema faz essa conferência serviço a serviço e recusa a importação quando a diferença passa de 1%.
Do custo ao preço
Material e mão de obra recebem margens diferentes, porque imposto e risco são diferentes. Para que a margem seja mesmo a fração prometida do preço final, o sistema divide o custo pelo que sobra depois da margem, em vez de somar percentual em cima. As margens das obras reais são da empresa e ficam fora deste site. Aqui aparecem só as da casa de demonstração.
E o prazo
Uma parede de 100 m² pede 79 horas de equipe (0,595 h do montador mais 0,195 h do ajudante, por m²). Com um montador e um ajudante em jornada de 8 h, o sistema programa 5 dias, porque a conta dá 4,94 e ele arredonda para cima. Número sem fonte firme sai com faixa de variação, e a proposta só sai quando todos os itens têm preço.
Medido e pendente
O que está medido e o que ainda falta
Medido
Comparadas com as do SINAPI em 19 serviços, as composições do sistema ficaram no máximo 0,25% diferentes. Em relação à calculadora que a empresa usava antes, a diferença foi de 0,00%. Isso mostra que o sistema repete a mesma conta, mas ainda não prova que ele acerta o custo de uma obra pronta.
A mesma obra sai em três tamanhos de proposta, a partir do mesmo dado e com os mesmos números.
Toda obra passa pelas mesmas etapas (ler, medir, orçar, programar e propor), e há um guia escrito para um colega repetir.
As conferências automáticas do sistema encontraram dois erros, que foram corrigidos: um serviço 25,9% abaixo do oficial e um prazo lido ao pé da letra, que dava 234 dias para uma obra de 49.
Ainda falta
Publicar no servidor definitivo. A hospedagem foi testada duas vezes e funcionou.
Comparar um orçamento com o custo final de uma obra concluída. A empresa ainda não tem esse histórico.
Os valores são propostas, não contratos assinados.
Folha 03/08SIGE · portal do cliente e diário de obraMai–Set/2026
O cliente acompanha a obra pelo portal, com 65 diários e 378 fotos.
Cada obra tem um portal do cliente com endereço próprio, que a construtora liga e desliga. O cliente abre no celular, sem criar conta e sem instalar nada, e vê o andamento, o cronograma e o diário de cada dia com as fotos da equipe. Ele também confirma que leu, com senha e recibo. O portal faz parte do SIGE, o sistema de gestão que criei e que hoje está em uso numa empresa de Light Steel Frame.
O SIGE é outro sistema, diferente do sistema de orçamento da folha anterior. Ele cuida da obra depois da venda e está em uso numa obra real.
portal65 diários · 378 fotos (cópia)27,6% → 44,7%
O problema
O cliente pergunta pela obra por telefone e recebe uma resposta montada à mão a cada vez. O diário fica no grupo de WhatsApp, sem ligação com o cronograma. E um diário que o cliente não confirmou ter lido não serve como registro.
O que fiz
Liguei o portal ao que o sistema já registra. O diário que o encarregado preenche atualiza o cronograma, e o portal mostra os dois: o percentual da obra, as etapas e cada dia com foto. O representante do cliente dá ciência com uma senha só dele e recebe um recibo. Se o diário mudar depois, a ciência passa a aparecer como "alterado".
Resultado
Numa obra de galpões em LSF, o portal reúne 65 diários, 378 fotos e 109 etapas (números lidos numa cópia do sistema com os dados reais). Sem os 23 dias de diário que estavam só no WhatsApp, o portal marcava 27,6% concluído. Com eles, marca 44,7%, contra 60,8% planejado. A carga desses 23 dias ainda não foi aplicada no sistema em uso.
O portal da obra (cópia do sistema, com a carga dos 23 dias) mostra o percentual concluído, o cronograma por etapa e, abaixo, os 65 diários com foto. A data de entrega no topo não é uma previsão calculada pelo sistema e, com 44,7% feito contra 60,8% planejado, não deve ser lida como estimativa. O nome da obra e o do cliente estão ocultos.O mesmo portal no celular.
O diário como o cliente vê, com o clima, as atividades que avançaram no dia (antes → depois) e o aviso de que falta a ciência.Para dar ciência, o representante marca o próprio nome e confirma com a senha, pedida só nesse momento.O recibo mostra quem confirmou, quando e de onde, além da impressão digital do conteúdo. Esta ciência foi feita na cópia de teste, e por isso o endereço é o do próprio computador.
As 12 fotos do diário de 07/09, com as legendas da própria equipe: painéis de LSF verticalizados no galpão B, pilares da cobertura no galpão A.
Em uso numa empresa de LSF
Fiz a primeira versão dentro de uma empresa de estruturas, durante o estágio comercial. A versão atual foi construída de maio a setembro de 2026 e está em uso numa empresa de Light Steel Frame. Eu defini as regras, conferi cada entrega e usei um assistente de IA para escrever o código. O software é meu e está licenciado para quem o usa, e os dados de cada empresa são dela. Tem 6 áreas, um manual de 17 capítulos e 4 guias passo a passo (3 ilustrados) para a equipe.
Proposta→Obra→Cronograma→Diário→Medição→Cobrança→Caixa→Portal do cliente
Como isso funcionou no dia a dia
01
O diário que estava no WhatsApp
+
Resultado
Sem os 23 dias de diário que ficaram só no WhatsApp, o portal mostrava a obra com 27,6% concluído. Com eles lançados numa cópia do sistema com os dados reais, o mesmo portal mostra 44,7%, com 65 diários e 378 fotos, contra 60,8% planejado para 07/09. A obra estava atrasada, mas bem menos do que os 27,6% indicavam, e sem o registro não dava para confiar nem no tamanho do atraso. O sistema também ficou com uma ferramenta nova, que importa de uma vez diários e fotos que ficaram de fora, sempre com uma simulação antes de gravar.
O problema
Numa obra de galpões, o sistema tinha 42 diários lançados até 11/08 e nenhum depois dessa data. O encarregado dizia que os diários estavam "devidamente atualizados", e estavam mesmo, só que no grupo de WhatsApp. Com isso, 28 atividades já concluídas apareciam como atrasadas. Pelo sistema a obra parecia parada, enquanto no canteiro o serviço avançava.
O que fiz
Li as mensagens e as fotos do grupo, dia a dia, e montei uma carga de dados para recuperar o período: 23 diários, 185 fotos e 72 registros de avanço em 23 atividades. Cada percentual tem uma justificativa escrita, baseada na mensagem do dia, num relatório que o gestor pode conferir. Antes de gravar, a carga passa por uma simulação que mostra tudo o que seria criado. Ela também não desfaz nenhum avanço que já estava lançado.
O diário de 07/09, um dos 23 recuperados. Para cada atividade aparecem o planejado, o feito e o aviso de atraso no próprio dia.
A ferramenta já existia e a equipe continuou no WhatsApp por 23 dias, então só o sistema não bastou. Além do código, fiz a carga de recuperação, a norma escrita do diário e o combinado com os encarregados.
02
O cliente confirma que leu
+
Resultado
A confirmação de leitura passou a ficar registrada, com quem confirmou, quando, de onde e sobre qual conteúdo, e com recibo em PDF. Se o diário mudar depois, a ciência aparece como "alterado". A ciência mostrada neste site foi feita na cópia do sistema, com um cadastro de exemplo.
O problema
O diário de obra só serve de registro se o cliente confirmar que leu, e essa confirmação costuma se perder numa conversa. Depois ninguém consegue provar que o cliente viu.
O que fiz
Dei ao representante do cliente uma senha só dele, que vale apenas para aquela obra. Para dar ciência num diário, ele marca o próprio nome e confirma com a senha. O sistema grava quem confirmou, a data e a hora do servidor, o endereço de onde a pessoa acessou e uma impressão digital do conteúdo do diário. Se alguém alterar o diário depois, a confirmação passa a aparecer como "alterado", e a mudança fica visível. Na hora, o cliente recebe um recibo, que pode baixar em PDF.
Como ficou para quem usa
A construtora liga o portal na tela da obra e manda o link para o cliente.
O cliente abre o link, vê o andamento e o cronograma, e entra nos diários que quiser.
Para dar ciência, marca o próprio nome, digita a senha e recebe o recibo.
A construtora vê, diário por diário, quem já deu ciência e quem falta.
Se o cliente esquecer a senha, pede uma nova pelo próprio portal, e a construtora gera uma senha provisória.
A senha é pedida só na hora de dar ciência; para ler os diários, o link basta.
03
Da venda à obra
+
Resultado
Quando a proposta é aprovada, a obra é aberta numa só ação, já com o cliente, os itens a medir e os custos previstos, sem cadastrar nada de novo. O cronograma vem junto quando já foi revisado. Quando não foi, o gestor confere na primeira abertura.
O problema
Depois da venda fechada vinha um retrabalho: o cliente, os itens do contrato e o cronograma, que já estavam na proposta, precisavam ser cadastrados de novo em outros controles. Um item esquecido ou um valor trocado só aparecia meses depois, quando a cobrança não batia com o contrato.
O que fiz
Liguei a aprovação da proposta à abertura da obra. O sistema reaproveita o cadastro do cliente que já existe e cria os itens a medir e os custos previstos. Se o cronograma ainda não foi revisado, a obra abre pedindo a conferência do gestor. Em seguida, a obra é entregue formalmente a quem vai executar, com um dossiê.
Como ficou para quem usa
O cliente aprova a proposta pelo link que recebeu.
A obra aparece aberta, com cliente, itens a medir e custos previstos.
O gestor confere o cronograma na primeira abertura, se necessário.
A obra é entregue ao responsável pela execução, com o dossiê do que foi vendido.
Cada dado é cadastrado uma vez só, no momento em que o fato acontece, e o cronograma que ainda não foi revisado só segue adiante depois da conferência do gestor.
04
Compras com governança
+
Resultado
Onde o controle está ligado, cada compra registra quem pediu, quem autorizou e o que chegou. A conta a pagar é gerada a partir do recebimento conferido.
O problema
As compras de obra eram combinadas por mensagem, sem registro de quem aprovou e sem comparação de preços. Ficava difícil saber, sobre qualquer gasto, quem pediu, quem autorizou e o que realmente chegou ao canteiro.
O que fiz
Desenhei um ciclo de 9 etapas, do pedido ao pagamento, em que cada compra mostra em que etapa está. Quem aprova depende do valor, e o sistema avalia 4 condições para definir de quantas aprovações o pedido precisa. As regras mais rígidas (trava contra compra fatiada, número mínimo de cotações por faixa e rito de emergência com 48 h para regularizar) são ligadas empresa por empresa. O recebimento conferido dá entrada no estoque e gera a conta a pagar. A equipe recebeu um manual ilustrado de 22 passos.
Requisição de compra, na tela como aparece no manual de 22 passos.
A alçada na tela: qual faixa de valor se aplica, quantas aprovações faltam e o histórico de quem mexeu. Dados de exemplo do manual.O recebimento conferido registra o que chegou de fato, a divergência por escrito e as opções "o resto não vem" e "chegou mais do que o pedido". Sem essas informações, o sistema recusa o recebimento.
Os quatro papéis do ciclo
Quem precisa faz o pedido, informando obra, itens e justificativa. Se for urgente, usa o rito de emergência.
Quem responde pela obra aprova ou devolve para correção.
Quem compra compara os fornecedores no mapa e emite o pedido.
Quem paga confere o recebimento e a nota. O pagamento só é liberado quando pedido, recebimento e nota batem.
Mudança que mexe com dinheiro eu entrego por fases, com um roteiro para voltar atrás se der problema.
Ver as 6 áreas, o antes e depois em 8 temas e o que sustenta os números
Comercial
Funil de vendas em 8 etapas, catálogo de materiais com histórico de preços, orçamento com regra única de margem, proposta em PDF com versões e aprovação por link.
Obra
Abertura automática ao aprovar a proposta, cronograma interativo com linha de base, diário de obra com fotos e assinatura, medição a partir do avanço, portal do cliente com ciência e recibo. O percentual da obra é a média das atividades ponderada pela duração, e é o mesmo número no cronograma e no portal.
Compras e estoque
Pedido → cotação comparativa → aprovação por faixa de valor → recebimento conferido → nota → pagamento. São nove etapas, e cada compra mostra em qual está. As regras mais rígidas são ligadas empresa por empresa.
Pessoas
Escala semanal de equipes, ponto (com opção de reconhecimento facial), folha processada a partir do ponto, alimentação e reembolsos por obra.
Financeiro
Contas a pagar e receber, fluxo de caixa com classificação por regras que o usuário ensina, custo previsto × realizado por obra, contabilidade com balancete e DRE.
Administração
Várias empresas no mesmo sistema, 5 perfis de acesso no SIGE, painel de indicadores, manual embutido; avisos para fora do sistema dependem de ligar um serviço externo de envio.
O que mudou na operação
TemaAntesDepois, com o sistema
ClientePede notícias por telefone, e o diário é lido sem confirmação.Um portal próprio da obra, com andamento, cronograma e diários com foto; ciência do cliente com senha e recibo, e aviso de "alterado" se o diário mudar depois.
Diário de obraTexto e fotos no grupo de WhatsApp, sem ligação com o cronograma e sem valor de documento.Diário no sistema com clima, equipe, ocorrências e fotos; passa por envio, assinatura, aprovação e ciência do cliente; vira PDF.
Venda → obraCliente, itens e cronograma recadastrados em outros controles a cada venda fechada.Aprovar a proposta cria a obra com cliente, itens a medir e custos previstos, numa só ação.
ComprasCombinadas por mensagem, sem registro de quem aprovou nem comparação formal de preços.Pedido, mapa comparativo de fornecedores e aprovador definido pelo valor. Trava contra compra fatiada para fugir da alçada, onde a empresa ligou.
Conta a pagarNascia no pedido, mesmo sem o material ter chegado.Nasce do que foi recebido e conferido no canteiro, com o controle de compras ligado.
Fluxo de caixaCada lançamento da planilha classificado à mão, todo mês.Classificação por regras que o usuário ensina; só os casos duvidosos vão para uma fila, agrupados por fornecedor.
MediçãoCalculada à mão em planilha, com levantamento à parte.Calculada a partir do avanço já lançado nos diários, com fechamento, aprovação, PDF e cobrança gerada.
ConhecimentoRegras "de cabeça", diferentes para cada pessoa.Manual embutido e normas escritas de preenchimento do diário e de revisão do cronograma.
O que sustenta os números
No SIGE, 3.343 verificações automáticas passaram sem falha na última rodada completa registrada (04/09/2026). Cada uma simula um uso do sistema e confere o resultado. Numa revisão geral, 114 problemas foram catalogados e tratados em seis frentes de correção. Entre eles havia erros de dinheiro que passariam despercebidos, como um campo que multiplicava o valor de um contrato por 100, uma folha que dobraria o valor a pagar se fosse reprocessada e relatórios contábeis que não fechavam entre si.
Toda mudança arriscada é ligada empresa por empresa, com um roteiro para voltar atrás.
Medido e pendente
O que está medido e o que ainda falta
Medido
65 diários, 378 fotos, 109 etapas e os 27,6% → 44,7% foram lidos em 22/09/2026 numa cópia do sistema com os dados reais da obra, exportados em 08/09, com a carga dos 23 dias aplicada.
Os 60,8% planejados para 07/09 saem do cronograma da própria obra, com 109 atividades ligadas entre si.
A carga de recuperação passou pelo ensaio sem pendências: 23 diários, 185 fotos e 72 registros de avanço, cada um com justificativa escrita.
O percentual da obra é o mesmo número na tela do cronograma e no portal.
Ainda falta
Aplicar a carga dos 23 dias no sistema em uso. Em 08/09 ela constava como pendente.
O aceite dos encarregados à norma escrita do diário ainda estava em aberto no último registro.
Não há medição de tempo economizado nem de ligações a menos; o que parece ganho é estimativa.
A obra ainda não tem medição lançada no sistema, e por isso o portal mostra 0 medições.
A ciência mostrada foi feita na cópia de teste, com um cadastro de exemplo.
Projetei casas modulares para chegar à obra em 3 caminhões.
Na VEKS, conduzi o estudo de uma linha de casas modulares em Light Steel Frame, que são fabricadas no galpão, levadas de caminhão e instaladas prontas no terreno.
fábrica3 caminhõesterreno
O problema
A empresa já construía em LSF no local. O estudo mediu o que era preciso, em transporte, estrutura, junções e preço, para fabricar o máximo no galpão e entregar a casa pronta.
O que fiz
Projetei, orcei e fiz a proposta. Antes de desenhar, fiz as contas de gabarito de transporte, pé-direito e circulações de norma, inclinação de telha e içamento. Cada layout passou por um validador de colisões e envelope antes de ser desenhado.
Resultado
O estudo chegou a três famílias de produto. O B-36 foi projetado e orçado, e teve proposta e ficha técnica comercial. Ficaram 37 decisões registradas e um plano de 8 semanas, com critérios para decidir se as vendas abrem.
3,8 tCada caixa sai pronta da fábrica.
Maquete · o B-36 chega em duas caixas com a junção aberta; o telhado vem deitado, é montado no chão e sobe inteiro. São três viagens.
Configurador do B-36 · cada opção da barra lateral recalcula preço, aço e peso da caixa na hora, e a vista de transporte mostra as duas caixasB-36 · o celeiro 6 × 6 m não cabe inteiro no caminhão e vai em duas caixasFL-30 · módulo pronto de 29 m² sobre chassiB-36 · a viga da junção ficou aparente, porque sai mais barato que fechar, e a bancada vai embaixo delaComo cada caixa viaja e onde fica a junção depois de unidaA-21 · implantação no lote de 9,50 m, onde cabem 3 módulos, e não 4Kitnet modular 30 m² · cada layout passa pelo validador de colisões antes de ser desenhado
Três casos em que a conta mudou o projeto
01
O celeiro não cabe inteiro no caminhão
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Resultado. O B-36 vai em duas caixas volumétricas com o térreo completo mais o telhado como kit, em três viagens. A terceira vai em carreta comum com autorização simples, sem precisar de prancha.
Montado, o B-36 passa 2,73 m do limite de altura e 2,80 m do limite de largura para o transporte. Dividido em duas partes com o telhado gambrel, nenhuma combinação atendia ao mesmo tempo o transporte e a inclinação mínima da telha.
Estudei a junção entre as caixas separadamente e comparei três soluções: vão livre de 6 m, dois vãos com pilar e junta fechada. O vão livre com viga aparente saiu mais barato, porque fechar a junta não economiza e o pilar custa mais do que reduz na viga. Girei o projeto em 90° quando percebi que a junta atravessava o meio do portão.
Alguns itens costumavam ficar fora do orçamento e passaram a entrar por regra: balancim de içamento, guindaste da classe certa, viga da junção e o mobiliário que aparece no render.
02
Geminar 4 unidades corta cerca de 28% do custo por unidade
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Resultado. Geminar quatro unidades reduz o custo por unidade em cerca de 28%, enquanto só empilhar encarece. Isso definiu como o produto seria oferecido a investidores.
Para uma kitnet modular de 30 m², calculei os cenários de unidade isolada, em fita de 2 a 6 unidades e em 1 a 3 pavimentos. A fachada por unidade cai 56% ao geminar quatro. Empilhar sem geminar aumenta a densidade, mas não reduz o custo.
A escada coletiva levou quatro tentativas. A escada reta empilhada não conecta os pavimentos a partir do 7º degrau, e a torre em frente às portas tira a privacidade das unidades. A solução foi uma torre lateral na empena cega, com entrada pela ponta da varanda.
No estudo de retorno para investidor, o rendimento líquido ficou abaixo da taxa básica de juros. Registrei que o argumento de venda deve ser o prazo de obra, e que divulgar projeção como garantia é risco jurídico.
03
A planta do cliente não cabia no terreno dele
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Resultado. Antes da obra, mostrei que no lote de 9,50 m cabem três módulos, e não os quatro da planta que o próprio cliente trouxe.
Um cliente trouxe uma planta com quatro kitnets de 7 × 3 m para um lote de 9,50 m de frente. Pelo gabarito, o módulo com paredes em LSF passa de 3,20 m e exigiria escolta, e o nosso módulo padrão de 9,40 m não cabe na frente útil. Desenhei o A-21 (3,20 × 7,30 m) para esse tamanho de lote, que é muito comum.
Na implantação, vi que o fundo do lote é inclinado. Quatro módulos não cabem em nenhuma posição, e a própria planta recebida passa 1,97 m do lote. Cabem três, e o configurador passou a avisar em vermelho quando alguém tenta colocar quatro.
A conta foi feita antes do desenho, e o limite do lote apareceu ainda no estudo.
Ver as três linhas de produto e a preparação do lançamento
O ponto de partida. A empresa já construía em LSF no local. A pergunta era se dava para fabricar o máximo no galpão e entregar a casa pronta, e o que isso exigia em transporte, estrutura, junções e preço. Tratei como um estudo de possibilidades, com faixas e cenários, e só fixei dimensões depois de fazer a conta.
A regra do trabalho. Só declarar que algo cabe ou está conforme depois de fazer a conta e mostrar o número. Os limites de transporte (4,40 m de altura e 3,20 m de largura sem escolta), o pé-direito e as circulações mínimas de norma, a inclinação mínima de cada telha e o içamento foram verificados antes do desenho. Cada layout interno passou por um validador de colisões, envelope e altura livre antes de ser desenhado.
Cabanas A-frame
Catálogo triangular em LSF com configurador de orçamento em 3D: grupos de serviço, referência de custo pública, modos turn key, kit e personalizado, escala humana no modelo.
Módulos P1–P4 e FL-30
Família de módulos prontos sobre chassi. Manual de fabricação, transporte e montagem, roteiro do pedido à entrega e caderno de junções em 3 vistas + perspectiva.
Celeiros B-36 · B-96 · B-120
Linha barndominium com telhado gambrel. B-36 aprofundado até projeto estrutural completo, orçamento, proposta, ficha técnica comercial e protocolo de ensaios do protótipo.
Preparação do lançamento. Conduzi 10 rodadas de análise crítica do B-36 (cálculo, fabricação, compras, logística, comercial, marketing, jurídico, qualidade, financeiro e riscos). Elas resultaram em 37 decisões registradas e num plano de ações de 8 semanas, que tem o protótipo-vitrine como evento central e quatro condições para decidir se as vendas abrem.
Documentos prontos para operar. Guia geral do programa, ficha técnica comercial, minutas de contrato de fornecimento de kit e de empreitada, termo de responsabilidade do terreno, termo de entrega com checklist e garantias, protocolo de ensaios do protótipo, termo de escopo do projeto estrutural e carta-convite de cotação para fornecedores de perfis.
Folha 05/08Obra e projetosVEKS · Mar–Set/2026
6 meses em orçamento, compras, obra e financeiro
Trabalhei seis meses numa empresa de Light Steel Frame em São José dos Campos, cuidando ao mesmo tempo de orçamento, compras, acompanhamento de obra e controle financeiro. Além dos casos acima, estes são alguns dos trabalhos que fiz.
planilha6 mesescanteiro
Obra · Itu/SP Baias para bovinos
Dois galpões e 22 baias numa fazenda
Dei suporte à obra do início ao fim: requisições de material para caixaria, concretagem de brocas, vigas e calçadas; especificação de concreto conforme norma; cotações e quadro de concorrência para argamassa, bombeamento e pisos; projeto 3D dos portões em madeira, com manual de montagem e lista de materiais para o carpinteiro; contrato de locação da casa da equipe revisado; aditivos de escopo (reforço de fundação e acabamentos hidráulicos).
requisiçõescotaçõesquadro de concorrênciaaditivosdetalhamento 3Despecificação de concreto
Produto · Conversão
Mercado autônomo 24 h como módulo LSF
Converti um mercadinho autônomo em contêiner (3 × 3 × 2,50 m) para módulo LSF off-site. Fiz um configurador 3D com orçamento editável em duas versões para o cliente comparar: só a casca, comparável ao contêiner, ou a loja pronta. Refiz os preços com a base real da loja de materiais, cotei os itens sem preço e levantei a concorrência para posicionar o produto.
orçamentoprecificaçãoconcorrênciaconfigurador 3D
Projeto · Orçamento
Galpão comercial 15 × 20 m em São José dos Campos
Fiz a proposta de 14 seções na planilha padrão da empresa, corrigindo fórmulas e revisando os cenários de mão de obra. Cotei e acompanhei a sondagem SPT. Com o laudo em mãos, fiz o pré-dimensionamento estrutural e de fundação (pórticos em perfil W, estacas escavadas apoiadas na argila rija), entregue num caderno de 7 pranchas: fundações, estrutura, vistas, isométrico, lista de materiais, plano de execução e renders.
Ver mais três: suíte em Campos do Jordão, contratos, auditório
Orçamento · Suíte
Suíte de 38 m² em LSF, Campos do Jordão
Montei o orçamento na estrutura da planilha padrão, reproduzindo a memória de cálculo de cada item (medida → insumos → embalagens → R$/m²). Encontrei e corrigi premissas erradas de paredes internas e de fundação que distorciam o custo.
orçamentomemória de cálculorevisão de premissas
Contratos
Contratos de empreitada e de mão de obra
Revisei um contrato de empreitada global para ampliação em LSF. Redigi um contrato de mão de obra para base coat e telhado shingle (1.800 m²), com entrada de mobilização, medição mensal e divisão de responsabilidades. Também revisei cláusulas de locação.
contratoscondições de pagamentoresponsabilidades
Obra · Reforma
Auditório de instituto de pesquisa
Levantei o escopo para o orçamento de uma reforma de 75 m², em parceria com outras duas empresas: parede acústica, demolições, porta corta-fogo, forro e iluminação dimerizável.
levantamento de escopoparcerias
Folha 06/08Ferramentas2025–2026
4 ferramentas feitas de contas que se repetiam
Quando a mesma conta aparecia pela terceira vez, eu a transformava numa ferramenta para o time inteiro.
3ª veza mesma conta vira ferramentatime inteiro
Vendas · Loja
Calculadora de parede em LSF e drywall
É usada pelo vendedor da loja de materiais e pela engenharia. Ela desenha a parede, mostra em 3D e gera o plano de corte dos perfis e o quantitativo com os preços da loja. O usuário escolhe o escopo (material, mão de obra ou ambos), e a ferramenta calcula a diária de equipe conforme o tamanho do serviço, indica se compensa comprar parafuso por milheiro ou por centena e exporta o orçamento em PDF com a marca da loja. Os perfis aparecem como "guia" e "montante", porque vendedor e comprador não conhecem os códigos de perfil.
quantitativoplano de corteprecificaçãoPDF para cliente
Controladoria
Classificador do fluxo de caixa e painéis de controladoria
Lê a planilha de entradas e saídas, exclui as transferências internas, classifica cada lançamento por regras, separa o que é obra do que é empresa e rateia o custo indireto do escritório. Gera painéis mensais e por centro de custo, com todos os lançamentos pesquisáveis. Mostrou problemas de cadastro na origem, como receita sem obra vinculada e centro de custo trocado, que passaram a ser corrigidos na fonte.
fluxo de caixacentros de custorateiopainéis
Documentos
Padrão de documentos PDF da empresa
Um kit de layout para que propostas, cronogramas físicos e relatórios saiam sempre com a mesma identidade, incluindo uma versão com a marca do cliente para quando o documento é emitido em nome dele. Também fiz o manual ilustrado da planilha padrão de orçamento, aba por aba, a partir do treinamento gravado com o diretor.
padronizaçãomanuaisidentidade visual
Processo
Fluxo de compras da construtora
Desenhei o ciclo de compras: o campo solicita, o setor de compras monta o mapa de concorrência, o gestor aprova e o financeiro paga e lança. Esse desenho virou a base do módulo de compras do SIGE.
Meço no projeto, orço na planilha da empresa e entrego a proposta no seu modelo.
Compras com cotação e quadro de concorrência
Requisição, cotações, quadro de concorrência e conferência do que chegou ao canteiro.
Cronograma, diário, medição e portal do cliente
Diário que move o cronograma e calcula a medição, com norma escrita para quem preenche; o cliente acompanha pelo portal e confirma que leu.
Fluxo de caixa e custo previsto × realizado
Lançamentos classificados por regra, obra separada de escritório, custo por centro de custo.
Como trabalho
Simulo antes de gravar
Antes de gravar uma carga de dados, rodo uma simulação que mostra tudo o que seria criado.
Norma escrita para quem preenche
Só o sistema não muda o hábito da equipe, então o combinado com quem preenche vai por escrito.
Mudança que mexe com dinheiro entra por fases
É ligada empresa por empresa, com um roteiro para voltar atrás.
Gasto, venda ou promessa: quem assina decide
Levo o valor das duas alternativas e a minha recomendação, e a decisão fica com quem assina.
Experiência
mar/2026 – set/2026 · PJ, contrato de 6 meses cumprido até o fimVEKS Engenharia · São José dos Campos/SP
Fui contratado para processos, dados, automação e implantação do SIGE (em uso na empresa). Na prática, também fiz orçamentos e propostas, compras e cotações de obra, acompanhamento de canteiro, contratos, fluxo de caixa e o desenvolvimento da linha de casas modulares.
fev/2025 – jul/2026 · CLT, meio períodoV Alves Construção · São José dos Campos/SP
Gerente de produção e operações da construção civil: acompanhamento das obras, compras e rotina de produção. Meio período, em paralelo com o estágio abaixo. As duas jornadas somadas davam um expediente inteiro.
abr/2025 – mar/2026 · estágio comercial, meio períodoEstruturas do Vale · São José dos Campos/SP
Orçamentos e propostas comerciais a partir do projeto, e vendas internas. Foi aqui que comecei o SIGE, com ponto facial, diário de obra e almoxarifado, feitos a partir da rotina da empresa.
2017 – hojeAnalista contábil no escritório da família
Folha de pagamento, emissão de notas e balancete fiscal. Foi onde aprendi a lidar com custo, imposto e fluxo de caixa, que hoje uso nos orçamentos.
mar/2023 – dez/2024Diretor de Vendas na InLoco Jr. (empresa júnior da UNIFEI)
Prospecção de clientes, orçamento e gestão de equipe.
2022Fiscal financeiro do DCE UNIFEI
Gestão de documentos fiscais da entidade estudantil.
projetos próprios · sem dedicação de expedienteAxiom: sistemas personalizados e chatbots
Site institucional e desenvolvimento sob demanda para pequenas empresas.
Formação
7º semestreEngenharia Civil
Cruzeiro do Sul (EAD), após 6 semestres na UNIFEI, em Itajubá/MG.
3º semestre · em cursoSistemas de Informação · PUC (EAD)
Segunda graduação, em paralelo.
O que sei fazer
Orçamento de obraCompras e cotaçõesCronograma físico-financeiroDiário de obra e mediçãoFluxo de caixaLight Steel FramePré-dimensionamento estruturalContratos de obraMapeamento de processosSistemas de gestãoManuais e documentação
Procuro uma vaga em orçamento, planejamento e custos de obra, CLT ou PJ. Também faço serviços pontuais nessas áreas e em melhoria de processos de construtora.